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Blog de bibliotecathomazia




Escrito por bibliotecathomazia às 21h33
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Natal

 

Não tínhamos Pinheirinho nem peru ou Cesta de Natal. Tampouco tínhamos brinquedos ou estrelas de luz. Mas tínhamos o Pai com seus hinos, suas bandas e corais. E assim o Pai era o nosso presépio e a “Música” era o nosso Menino Jesus. Tivemos que saber lidar com isso e acabamos finalmente Filhos da Música. De alguma maneira vencemos a cifra de nossa dor. Choramos e sofremos e nos lavamos de algum modo. De alguma maneira também ganhamos ou perdemos a nossa própria coroa de espinhos, que cada um ao seu jeito fez por merecer. Não tínhamos necessariamente um dezembro colorido ou de presentes. Mas até hoje guardamos conosco a Musica em memória do Pai como o nosso próprio Jesus, o nosso próprio Natal.

 

Silas C. Leite

 

 

 



Escrito por bibliotecathomazia às 12h39
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Feliz Natal, Boas Festas



Escrito por bibliotecathomazia às 21h16
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Poema do Palhaço Forfé

O Palhaço Forfé se pinta
e bota um pé grandão
com um nariz vermelho.
Ele faz gozação...

E faz várias piruetas.
Apronta palhaçada.
Alegra todo o Circo Sol.
Faz rir a criançada.

O Palhaço Forfé vive
em gracezas, festivo.
Não deveria ser assim
todo bom ser vivo?

- Ladrão de mulher,
o palhaço se diz.
Mas sabe o que ele é?
- É só um bobo feliz...

E conta lorota.
E pinta o caneco.
E vira cambota
feito um boneco

Pro Forfé o aplauso
é do começo ao fim.
É bonito um palhaço
fazendo farra assim

Mas quando ele tira a pintura,
Fica esquisito, tristonho.
Ninguém o reconhece, ou procura
além do mundo do sonho...

Então ele se arrepia.
Fica brabo, nervoso.
Tirando a fantasia
já não é tão gracioso.

(O palhaço, pintado
é uma outra pessoa,
pois fica encantado
e de si mesmo caçoa).

Que bendito seja
todo palhaço assim,
deixando sua tristeza
toda no camarim
        
Silas Corrêa Leite
Página formatada em 13 set 2007

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Escrito por bibliotecathomazia às 13h00
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MENSAGEM DE NATAL

“O que a chuva separa/O rio une/O que a pedra desgasta/O gume afia/

O que o beijo excede/O corpo não contém/O que a guerra faz/É armar a morte...”

“O que o horizonte cerceia/O imaginário vê/O que o poeta não pensa/O inconsciente resgata/O que a palavra ensina/O íntimo denota/O que a nuvem carrega/O alto céu despenca...”

“O que a alma precisa/Os atos camuflam/O que o silêncio acalca/A solidão relê/O que o gesto sublima/A mente adoece/O que a morte desnuda/A saudade agasalha...”

“O que a cerca vigia/O desejo corrompe/O que o coração sente/A vida promove/O que o poeta escreve/É a sua cruz de açúcar/Pois o que o rio une/O SOL LEVA PRO CÉU...”

(Salmo de Natal de Silas Corrêa Leite)

 



Escrito por bibliotecathomazia às 12h42
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Escrito por bibliotecathomazia às 12h18
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"Logo mais, na restauração,
Uma bandeira tremulará em toda parte, ao lado de todas: A da Paz;
Um idioma se falará junto aos demais: O da Fraternidade;
Um ideal se fará presente no meio dos outros: O do progresso;
Uma Religião única estabelecerá a ponte de união
entre o Homem e Deus: A do Amor Universal...." (Vitor Hugo)

 


Escrito por bibliotecathomazia às 12h08
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